Governo de PortugalPrograma Nacional de Reformas

National Coalition
Selo

Ações com Selo INCoDe.2030

Ready for BioData Management? A Capacity Building Program in Data Management for the Life Sciences

Ready for BioData Management?” é um programa de competências de gestão de dados para ciências biológicas de modo a possibilitar pesquisadores e instituições a gerir os seus dados de forma mais eficaz e eficiente.

A taxa de produção de dados científicos está a aumentar exponencialmente. Para enfrentar esse desafio é essencial boas práticas de gestão de dados em conformidade com os princípios de dados FAIR. Isso foi reconhecido por financiadores e editores científicos que estão a impor políticas de ciência aberta e a aderir aos princípios do FAIR. Agora é pedido que a comunidade de pesquisa de ciências da vida reconheça a importância e o valor acrescentado da gestão de dados e venha a adquirir as habilidades e competências necessárias para a implementação de práticas de gestão dos dados diariamente.

Atualmente, o “Ready for BioData Management?” tem dois cursos: 1) Introdução de Planos de Gestão de Dados e 2) Planos Avançados de Gestão de Dados.

  1. Introdução de Planos de Gestão de Dados é um curso introdutório com o objetivo de divulgar as melhores práticas de Gestão de Dados e ensinar os conceitos básicos de elaboração e de utilização dos Planos de Gestão de Dados (DMP) no contexto das atividades pesquisadas. O curso está disponível em duas modalidades: aula teórica de duas horas com discussões e em curso prático durante todo o dia com exercícios em grupo. Em ambas as modalidades, o curso apresenta duas palestras sobre a gestão de dados de pesquisa e DMPs. Na modalidade hands-on, as palestras são seguidas por um exercício prático de DMP, onde os participantes formam grupos para preencher um DMP de um projeto simulado de pesquisa na tela personalizada. Na modalidade palestra, esse exercício é substituído por uma breve demonstração de preparação de um DMP.

Devido à pandemia do COVID-19, estamos a oferecer as duas modalidades no paradigma de ensino à distância, cursos online através da plataforma Zoom. O exercício prático de grupo é realizando através das salas de sessão de grupo Zoom, onde os participantes preenchem em conjunto o DMP com o modelo de planilha do Google.

 

  1. Planos de Gestão de Dados Avançados

"Ready for BioData Management? - Advanced Data Management Plans" é um curso prático com duração de um dia em que os participantes são orientados pelo processo de preparação de um DMP real de um projeto de pesquisa real, de acordo com o modelo DMP H2020. Este curso pressupõe que os participantes tenham as noções básicas de DMPs.

Irá contar com uma palestra de apresentação da plataforma DMPOnline em que os participantes irão utilizá-la e outra palestra com uma visão geral do modelo DMP H2020, no entanto a maior parte do curso será uma sessão prática onde irão preparar um DMP na plataforma, em pares. Os participantes serão incentivados a trazer o seu próprio projeto de pesquisa ou um plano de projeto, caso haja interesse em produzir um DMP que seja relevante para eles.

Estão a ser preparados cursos de “gestão de dados do dia-a-dia” e “Dados da planta FAIR com MIAPPE”

“The Ready for BioData Management? Introductory Course” foi desenvolvido em 2019 e foi dado presencialmente em várias instituições em Portugal, desde Braga a Faro. Desde julho de 2020 está a ser dado online.

Mais informações em: http://ready4biodatamanagement.biodata.pt/index.html

Champion For Change

Partindo de uma realidade observada na Natixis em Portugal em 2018 - de entre os quase 600 colaboradores, apenas 20% eram mulheres – o Senior Management percebeu que algo estava errado no equilíbrio de género da equipa e rapidamente se identificou que o problema se encontrava no mercado de trabalho tecnológico, a nível nacional e global.

Um estudo da Microsoft no mercado europeu indica-nos que as razões que explicam a falta de interesse das raparigas em seguir carreiras na área da Tecnologia estão diretamente relacionadas com a falta de exemplos femininos, poucas oportunidades para experiências práticas no currículo educativo e escasso estímulo no ambiente escolar. Isto resulta num total de apenas 33% de profissionais em áreas tecnológicas do género feminino, 75% das quais desempenham funções de suporte como Recursos Humanos, Administração e Marketing.

Assim, decidimos que a nossa intervenção devia focar-se na Comunidade Educativa, com o objetivo de, desde cedo, trabalhar as questões relacionadas com o enviesamento inconsciente, potenciando a disseminação de informação sobre as áreas STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics). Desenhámos um programa diversificado, que inclui inúmeras ações e eventos com o objetivo de aproximar Empresas e Organizações, Escolas (Alunos, Pais e Professores), Jovens (Ensino Universitário e Profissional) e Comunidades Tecnológicas. Surge assim, em Janeiro de 2019, o Champion For Change.

Envolvendo não só os colaboradores, profissionais do setor, estudantes e organizações públicas, temos como missão estimular e fomentar a presença e o trabalho de raparigas e mulheres no mundo da Tecnologia, reforçando a mensagem de que as áreas STEM não são um monopólio de qualquer género.

Na procura de uma Educação Inclusiva, de Qualidade e Equitativa, visando o alcance da Igualdade de Género, a Natixis em Portugal tem vindo a promover diversas iniciativas, interna e externamente:

Natixis Hello, Tech: Os colaboradores da Natixis deslocam-se às escolas para apresentar a estudantes do 7º ao 9º ano, através de uma dinâmica de grupo, as principais funções inerentes a uma empresa tecnológica, desmistificando o leque de possibilidades nesta área;

Shadow Day: Oportunidade para os estudantes entre o 7º e o 9º anos interagirem com profissionais da Natixis em Portugal e aprenderem sobre a sua rotina diária e oportunidades de carreira, passando um dia na empresa;

Close-up: Consiste numa conversa informal entre o Senior Management da Natixis em Portugal e líderes no ecossistema tecnológico e empresarial nacional;

Empowered Tech: Comunidades tecnológicas, Estudantes e Comunidades Women in Tech são convidados a participar nestes meetups educativos e informativos, promovidos num ambiente informal e facilitador de trocas de experiências, boas práticas e aprendizagens;

Em 2019, o projeto foi distinguido com o Selo da Diversidade da APPDI.

O Champion For Change visa mostrar a toda a comunidade que IT é, sim, uma opção. Para todos.

Mais informações em: https://www.youtube.com/watch?v=25ZBJAx-v4I&list=PLCffxNP5tKRRSRMhCwpaQ-Ot1tQwTYIDr&index=8

Capacid@de digital: Rede de Voluntários da ESTG para a Capacitação Digital do Tâmega e Sousa

Este projeto educativo de inclusão digital vista desmistificar o uso da tecnologia através de um conjunto de ações de formação de modo a pretendem dotar a população de conhecimentos e ferramentas que lhes permitam executar ações básicas como criar e gerir uma conta de correio eletrónico, efetuar uma pesquisa online, consultar e utilizar serviços públicos digitais, entre outros.

As ações serão ministradas pelos Estudantes da ESTG (supervisionadas por um responsável da ESTG) residentes nos 11 municípios do Tâmega e Sousa e terão lugar no município de residência de cada voluntário.

Esta iniciativa vai ao encontro e acaba por dar resposta ao definido no Plano de Ação para a Transformação Digital, mais precisamente no que à capacitação e inclusão digital das pessoas diz respeito.

O Hospital vai à praia

Na época de Verão e, em particular, durante agosto, tradicional mês de férias, o Centro Hospitalar Póvoa de Varzim – Vila do Conde lança uma campanha com o mote “O Hospital vai à Praia”.

Assente no pressuposto da promoção da literacia digital em saúde, a iniciativa assentará no trabalho de pequenas equipas, sob a égide do Serviço de Gestão de Doentes, que - munidas de dispositivos móveis - irão ter presença nas praias concelhias, com argumentos de sensibilização e registo dos banhistas no portal do Centro Hospitalar - #Sigame – a par de idêntico registo, envolvendo a área do cidadão do Portal SNS. Em qualquer lugar, há funcionalidades online que podem ser ativadas e que em muito contribuem, não só para o conforto do utente, como para a respetiva segurança, num contexto de vigência da pandemia de Covid-19.

O portal #SIGAME, disponível em www.chpvvc.min-saude.pt, dispõe de uma opção de chat que o utente pode utilizar para tirar dúvidas, permite fazer agendamentos, obter declarações, ou aceder a uma teleconsulta, entre outras funcionalidades.

O portal integra um projeto abrangente em torno de objetivos relacionados com a desmaterialização e promoção da literacia digital em saúde, denominado Hórus.

Sob esta designação há todo um trabalho em curso, alicerçado em protocolos com as autarquias locais, e que aposta na formação de recursos humanos para promover, precisamente, a literacia em saúde.

Para aproveitar o Verão e promover novas práticas de interação com o SNS, o Hospital vai à praia.

Mais informações em: https://sigame.chpvvc.min-saude.pt/

Literacia Digital – Nós e (A)vós

Esta ação consiste em sessões de Literacia Digital para seniores com mais de 65 anos, dinamizadas pelos alunos e supervisionadas por voluntários e/ou professores. O Projeto Nós e (A)vós é um projeto intergeracional, trata-se de uma Iniciativa de Empreendedorismo e Inovação Social (IIES) pensada pela Sicó Formação S.A., entidade proprietária da Escola Tecnológica e Profissional da Sicó (ETP Sicó) e apoiada deste o primeiro minuto pela Junta de Freguesia de Avelar e pela empresa Leca Portugal, S.A., enquanto Investidores Sociais.

Esta iniciativa surge para combater um dos problemas sociais mais debatidos no nosso país, que é o isolamento do idoso. Através do Diagnóstico Social verifica-se que há um conjunto alargado de idosos cujos rendimentos económicos são geralmente muito baixos. Também a “dependência” dos idosos é uma problemática que se vai agravando com o passar dos anos, configurando-se como problemas de saúde mais comuns: a diabetes, a hipertensão, as doenças cardiovasculares e as doenças mentais. Constatou-se também, que grande parte dos familiares estão emigrados e os que permanecem têm de se deslocar para os seus empregos, sendo que a maioria dos idosos vivem sozinhos e isolados, ficando em casa durante grande parte do dia. Estes, não tendo ninguém para conversar e socializar, evidenciam, cada vez mais frequentemente, sintomas de depressão e outras doenças do foro psicológico. Outros dos fatores do isolamento é o facto da população mais idosa enfrentar uma sociedade cada vez mais tecnológica, e sentir-se naturalmente excluída. Outro problema social direciona-se para os jovens do nosso país, que é o insucesso escolar e como efeito, o aumento de casos de maus comportamentos na sala de aula e o abandono escolar. 

O foco de atuação com esta IIES é apostar numa intervenção social e intergeracional em contexto comunitário que permitirá a criação e desenvolvimento de um conjunto de atividades de combate ao isolamento e solidão na velhice, facilitando e apoiando a família na manutenção dos idosos no seu meio natural de vida e formar futuros adultos com valores e despertos para as etapas do envelhecimento.

A temática literacia digital foi escolhida, principalmente, para os idosos poderem manusear vários instrumentos informáticos com o objetivo de falar/ver os seus familiares, promovendo uma aproximação e combater o isolamento social.

Exemplos de atividades realizadas:

  • Internet para todos;                       
  • Fotografia de Rua – a arte do Ver e eternizar sensações;        
  • Retrato de gerações;
  • Preenchimento de declarações, como por exemplo IRS;                                                  
  • Internet em Casa;                                            
  • Telemóvel não é um bicho;
  • Gerações;
  • Jogos de estimulação cognitiva.

 

Mais informações em https://www.facebook.com/nos.e.avos/.

MAKE CODE, programa o teu futuro

O projeto MAKE CODE: PROGRAMA O TEU FUTURO desenvolvido pela Fundação da Juventude foi criado para melhorar as competências digitais da População Jovem, promovendo o aumento dos níveis de Literacia Digital dessa população. Trata-se de um projeto de apoio à Educação que recorre a ferramentas de aprendizagem baseadas em jogos de computador envolvendo os Alunos e que reforça a sua motivação na aprendizagem, facilitando a tarefa educativa dos Professores.

O MAKE CODE: PROGRAMA O TEU FUTURO dirige-se aos jovens a frequentar o 1º, 2º e 3º ciclo, com idades compreendidas entre os 6 e os 15 anos, e aos Professores que integram os Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP) da Região Norte.

Este projeto estimula e reforça os domínios da literacia digital e das competências digitais, nas camadas mais jovens da população das Escolas que se localizam em territórios económica e socialmente desfavorecidos, marcados pela pobreza e exclusão social, onde a violência, a indisciplina, o abandono e o insucesso escolar mais se manifestam.

O MAKE-CODE dá aos Professores as ferramentas necessárias para ensinarem os seus Alunos a programar, utilizando o Micro:bit (uma placa de microcontrolador) e Minecraft: Education Edition. O projeto é gratuito e podem participar os Professores de todas as disciplinas, mesmo que sem qualquer conhecimento em programação. Cada Professor recebe apoio na implementação destas tecnologias em sala de aula para cada uma das suas turmas através de formação dirigida aos Professores e Alunos. Está preparado para decorrer em formato presencial ou on-line.

 As Escolas recebem ainda gratuitamente kits de Micro:bit e Licenças Minecraft: Education Edition para utilização dos Alunos e Professores envolvidos no MAKE CODE.

Mais informações em http://www.fjuventude.pt/pt/destaques/1505/make-code-programa-o-teu-futuro.aspx.  

Plano Municipal de Competências Digitais

A participação do município de Santo Tirso na 1ª Conferência do Fórum Permanente para as Competências Digitais, integrada na Iniciativa Nacional Competências Digitais e.2030 | Portugal INCoDe.2030, aliada ao objetivo estratégico municipal de modernização administrativa, espoletou a necessidade de criar um plano municipal para as competências digitais, com vista à promoção das competências digitais no Concelho de Santo Tirso, diferenciadas e sensíveis aos diferentes contextos locais.

Santo Tirso integra o projeto das Comunidades Criativas para a Inclusão Digital do INCoDe.2030. Em linha com os objetivos do INCoDe.2030, Santo Tirso pretende mobilizar e articular as diversas áreas de atuação do município e a sociedade civil.

No âmbito dos Serviços Municipais, a Câmara de Santo Tirso tem em curso um projeto de modernização administrativa de onde se destacam as seguintes ações: desmaterialização dos processos de obras particulares, digitalização dos processos de obras particulares, submissão online de requerimentos, criação de plataformas digitais, com destaque para a plataforma Gobusiness que irá facilitar o acesso a informação relevante para atração de investidores, a reestruturação do SIG Municipal e o reforço das competências digitais dos trabalhadores do Município.

Dirigidas à sociedade civil também existem algumas ações onde se inserem a criação do espaço digital santotirso.pt, ações de formação descentralizadas, nas freguesias, para a promoção das competências digitais dos Munícipes, criação de pontos de acesso wi-fi gratuitos em espaços públicos e nas escolas, a reformulação do balcão único municipal, implementação do projeto aprende +, nas escolas do 1º ciclo, a constituição de parcerias com empresários para apadrinharem espaços de formação no Município e a criação do programa de mentoria para a inclusão digital.

Mais informações em: https://www.youtube.com/watch?v=HP_MR--ZMqw

BrainIdeas

Numa era digital, em que temos fácil acesso a quase toda a informação, é importante reconhecer o valor da Propriedade Intelectual (PI) enquanto proteção da criatividade, inovação e empreendedorismo.

Segundo o EUIPO (2016), 34% dos jovens em Portugal acedem a conteúdos digitais através de fontes ilegais intencionalmente, sendo que 13% o fazem sem intenção. Assim, é urgente que os jovens saibam os riscos que correm ao utilizar estas fontes ilegais e as consequências que isso representa, não só para si, mas para a economia e inovação.

A DECO pretende aumentar o conhecimento e o respeito sobre o valor da PI, como ferramenta para proteger a criatividade e inovação, com a visão de mudanças de comportamento e diminuição do interesse por contrafação e pirataria.

Assim, a DECO irá utilizar a sua experiência para desenvolver um jogo de tabuleiro interativo sobre PI, como uma ferramenta de sensibilização que pode ser utilizada por professores para melhorar o conhecimento dos jovens sobre a PI e os seus benefícios, bem como as consequências da infração da mesma.

Serão desenvolvidas 8 ações de capacitação para professores durante a implementação deste projeto, de forma a sensibilizá-los para a importância desta temática bem como para melhor conhecerem o recurso educativo desenvolvido (jogo de tabuleiro interativo). Após as ações de capacitação, cada professor deverá realizar sessões informativas com os seus alunos, aplicando o jogo de tabuleiro interativo, de forma a melhor captar a atenção dos alunos.

A DECO quer também envolver os futuros professores, organizando um ciclo de conferências com o tema principal da PI junto de escolas superiores de educação, sensibilizando para a importância da temática e apresentando o recurso educativo que poderá ser utilizado pelos mesmos quando iniciarem a sua atividade profissional.

O projeto terá uma área online, dentro do site da DECOJovem (www.decojovem.pt), de forma a disponibilizar conteúdos sobre a temática, bem como o jogo de tabuleiro interativo. Esta área tem acesso livre.

Objetivos gerais do projeto:

- Aumentar o conhecimento das crianças e jovens sobre o valor da propriedade intelectual;

- Sensibilizar as crianças e jovens para a importância da proteção da propriedade intelectual;

- Mobilizar crianças e jovens para a mudança de comportamentos e reduzir o seu interesse pela contrafação e pirataria;

- Empoderar os professores com ferramentas de sensibilização sobre Propriedade Intelectual;

- Envolver e motivar futuros professores para a importância da Propriedade Intelectual;

Objetivos específicos do projeto:

-Disseminar informação sobre Propriedade Intelectual através de ferramentas apelativas para crianças;

-Produzir e disseminar o recurso educativo sobre Propriedade Intelectual;

-Promover ações de capacitação para professores;

-Envolver jovens estudantes através do recurso educativo desenvolvido;

-Promover conferências para futuros professores;

-Envolver stakeholders importantes para promover a disseminação deste projeto.

 

Mais informações em https://decojovem.pt/educacao-do-consumidor/projeto-brain-ideas/.

FreeCodeCamp Algarve

O Free Code Camp é um dos "kits" presentes no INCoDe.2030, Qualificação (Eixo 3)

O Free Code Camp Algarve é composto atualmente por 2 grupos de estudo. Um que se reúne todas as segundas-feiras no IKEA, Mar Shopping Algarve e um outro grupo de estudo que se reune todas as quintas-feiras na Startup Portimão.

O primeiro grupo foi criado pelo Eduardo Vedes (Engenheiro Civil) e João Henrique (Técnico Laboratório de Análises). Ambos começaram o grupo porque ficaram a conhecer o Free Code Camp e queriam mudar de área de trabalho para se tornarem programadores. O que veio a tornar-se uma realidade um ano e pouco depois de terem começado o Free Code Camp. Atualmente o Eduardo é Frontend Lead na Piksel Inc e o João é Developer na Turbine Kreuzberg.

O segundo grupo de estudo foi criado pelo Tiago Fernandes e Jorge Batista, dois Engenheiros Informáticos e empreendedores na Startup Portimão, que estão a dinamizar o mesmo tipo de apoio de maneira a que qualquer pessoa na região de Portimão e arredores possa aprender a programar utilizando tecnologias atuais.

Ambos os grupos estão a funcionar e a aproximar pessoas de diferentes faixas etárias, com diferentes níveis de experiência profissional e até estrangeiros residentes e de passagem. Todas estas pessoas têm reunido e partilhado experiências, suportado o grupo a volta da aprendizagem da programação e desenvolvimento de software (e de certa forma também a nível pessoal).

Para além das pessoas que criaram os grupos, os mesmos são suportados pela comunidade de developers Geek Sessions e também alunos da UALG.

https://en.wikipedia.org/wiki/FreeCodeCamp

https://www.facebook.com/groups/free.code.camp.algarve/

Onde, Quando e Como eu Quiser - OQCQ

“Onde, Quando e Como Eu Quiser” (OQCQ) é um projeto em que personalidades e especialistas do panorama português partilham visões e experiências sobre internet e tecnologia e, acima de tudo, como o digital tem transformado as várias áreas da sociedade e hábitos de consumo.

É um projeto multiplataforma criado para fazer pensar na transformação digital da sociedade, a partir de diferentes pontos de vista. Nasceu há cerca de dois anos e reúne já entrevistas em vídeo com mais de uma centena de personalidades, que partilham testemunhos pessoais sobre a forma como a ascensão da internet e do digital mudou as suas vidas e do setor em que se movem.

João Pico é CEO da Comprimido, empresa de marketing e consultoria digital que acolhe o projeto e é o mentor da ideia. A série de entrevistas que tem conduzido nestes últimos dois anos são partilhadas no YouTube, no Linkedin, ou em grupos temáticos nas redes sociais e começam a dar também origem a magazines, centrados em temas mais específicos. Uma ferramenta de combate à iliteracia digital.

O fundamental é que a iniciativa se afirme como uma ferramenta de combate à iliteracia digital, que agrega um conjunto de opiniões e visões sobre o impacto da evolução digital em diferentes realidades e percursos de vida, mas também sobre o futuro, as suas ameaças e oportunidades. Tem reunido testemunhos de profissionais de várias áreas, com uma aposta forte em especialistas de diferentes domínios. As entrevistas estão divididas por temas, onde cabem o futuro do digital, da democracia, da educação, da TV, da internet e outros.

O projeto junta visões e perspetivas que podem contribuir para aumentar a literacia digital de quem decide ou influência, desmistificando o conceito de transformação digital.

Associação para a Inserção por Centros Digitais de Informação

O Centro de Cidadania Digital (CCD) é o resultado de um novo conceito de smartcities onde os próprios cidadãos, de forma colaborativa, apropriam-se das ferramentas digitais e propõem soluções para a sua comunidade, tornando a cidade mais inteligente, mais humana e mais participativa. 

O CCD é um projeto que assegura o acesso de todos às tecnologias digitais. Em contexto escolar, todas as crianças e jovens criam projetos digitais que contribuam para uma escola mais inovadora e motivante para os alunos e professores. Relativamente aos jovens que não trabalham nem estudam, o CCD pretende dar competências digitais, aumentar a sua participação cívica, para que descubram vocações e definam um plano de vida. Quanto aos adultos, a ação do CCD aumenta as suas competências digitais e, por consequência, as suas competências para a empregabilidade, empreendedorismo, participação cívica e economia digital. Por fim a inclusão dos seniores nas atividades do CCD procura aumentar a sua participação cívica, capacitar para a economia digital e proporcionar um envelhecimento ativo, promovendo a participação de jovens para o desenvolvimento de atividades intergeracionais.

Já na sua 3ª Edição (2019/2020) e com um impacto direto em cerca de 1.800 pessoas, o CCD está preparado para receber todos os cidadãos, de forma gratuita, que queiram participar ativamente na resolução de desafios relacionados com o emprego, com a escola, com a inclusão social e digital, com a democracia participativa e com a dinamização do concelho.

A sua metodologia assenta na abordagem desenvolvida por Paulo Freire, onde a atuação deverá ser guiada por um problema, que deverá ser analisado, para que uma resposta eficaz possa ser desenvolvida. O processo não se fica por aí e a readaptação deverá ser constante, mediante a observação da intervenção. Utilizando sempre a tecnologia como meio e fim, o CCDV propõe aos membros da comunidade que observem o que os rodeia, definam os problemas e trabalhem sobre eles de forma a mitigá-los, constituindo assim uma importante forma de atuação para os diversos desafios que a vida lhes imporá.

DigCompTest.eu – Ferramenta de autoavaliação

O projeto consiste no desenvolvimento do site www.digcomptest.eu, com o objetivo de unir informações relativas às Competências Digitais, tanto para os cidadãos (DigComp 2.1), como para educadores/professores (DigCompEdu).

O utilizador terá à sua disposição informações acerca dos conceitos das Competências Digitais, em publicações especificas relacionadas com o tema, tendo ainda acesso a um formulário de autoavaliação com declarações de proficiência, emitindo ao final um relatório instantâneo e enviado por email.

O processo será realizado em duas etapas: na primeira será utilizado como background o framework DigCompEdu, direcionado a educadores / professores e na segunda etapa o DigComp 2.1 e QDRCD aos cidadãos em geral.

A colaboração deste projeto na promoção das competências digitais em Portugal, na primeira etapa, consiste no diagnóstico do grau de proficiência dos educadores / professores, identificando desta forma as lacunas existentes, contribuindo assim para o Eixo 2 – Educação e Eixo 3 - Qualificação.

Com a recolha dos dados será possível ao utilizador receber um diagnóstico individualizado com a aferição do nível proficiência e identificando lacunas existentes com respetivo nível de proficiência.

Os resultados encontrados na análise de dados serão partilhados com a INCoDe.2030, incluindo a segmentação completa por gênero, faixa etária, habilitação literária, ocupação, nacionalidade, ciclo em que leciona, atuação no sistema público ou privado e tempo de carreira, subsidiando desta forma a identificação de medidas necessárias, principalmente no tocante a ações de formação voltadas a professor e educadores bem como nas instituições de formação inicial.

A identificação destas lacunas e o nível de proficiência em competência digital é extremamente importante para Portugal, na medida que tal conhecimento contribua para ações de formações mais assertivas neste domínio, fato extremamente relevante com a atual meta de expansão do ES a distância, de acordo o decreto-lei n.º 133/2019 Portugal assume a ambição de formar pelo menos 50 mil adultos até 2030 nesta modalidade.

SIGA-NOS

CONTACTOS

FCT - Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Av. D. Carlos I, 126
1249-074 Lisboa
Portugal

+351 213911554
+351 213917634