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Selo

Ações com Selo INCoDe.2030

Plano Municipal de Competências Digitais

A participação do município de Santo Tirso na 1ª Conferência do Fórum Permanente para as Competências Digitais, integrada na Iniciativa Nacional Competências Digitais e.2030 | Portugal INCoDe.2030, aliada ao objetivo estratégico municipal de modernização administrativa, espoletou a necessidade de criar um plano municipal para as competências digitais, com vista à promoção das competências digitais no Concelho de Santo Tirso, diferenciadas e sensíveis aos diferentes contextos locais.

Santo Tirso integra o projeto das Comunidades Criativas para a Inclusão Digital do INCoDe.2030. Em linha com os objetivos do INCoDe.2030, Santo Tirso pretende mobilizar e articular as diversas áreas de atuação do município e a sociedade civil.

No âmbito dos Serviços Municipais, a Câmara de Santo Tirso tem em curso um projeto de modernização administrativa de onde se destacam as seguintes ações: desmaterialização dos processos de obras particulares, digitalização dos processos de obras particulares, submissão online de requerimentos, criação de plataformas digitais, com destaque para a plataforma Gobusiness que irá facilitar o acesso a informação relevante para atração de investidores, a reestruturação do SIG Municipal e o reforço das competências digitais dos trabalhadores do Município.

Dirigidas à sociedade civil também existem algumas ações onde se inserem a criação do espaço digital santotirso.pt, ações de formação descentralizadas, nas freguesias, para a promoção das competências digitais dos Munícipes, criação de pontos de acesso wi-fi gratuitos em espaços públicos e nas escolas, a reformulação do balcão único municipal, implementação do projeto aprende +, nas escolas do 1º ciclo, a constituição de parcerias com empresários para apadrinharem espaços de formação no Município e a criação do programa de mentoria para a inclusão digital.

Mais informações em: https://www.youtube.com/watch?v=HP_MR--ZMqw

BrainIdeas

Numa era digital, em que temos fácil acesso a quase toda a informação, é importante reconhecer o valor da Propriedade Intelectual (PI) enquanto proteção da criatividade, inovação e empreendedorismo.

Segundo o EUIPO (2016), 34% dos jovens em Portugal acedem a conteúdos digitais através de fontes ilegais intencionalmente, sendo que 13% o fazem sem intenção. Assim, é urgente que os jovens saibam os riscos que correm ao utilizar estas fontes ilegais e as consequências que isso representa, não só para si, mas para a economia e inovação.

A DECO pretende aumentar o conhecimento e o respeito sobre o valor da PI, como ferramenta para proteger a criatividade e inovação, com a visão de mudanças de comportamento e diminuição do interesse por contrafação e pirataria.

Assim, a DECO irá utilizar a sua experiência para desenvolver um jogo de tabuleiro interativo sobre PI, como uma ferramenta de sensibilização que pode ser utilizada por professores para melhorar o conhecimento dos jovens sobre a PI e os seus benefícios, bem como as consequências da infração da mesma.

Serão desenvolvidas 8 ações de capacitação para professores durante a implementação deste projeto, de forma a sensibilizá-los para a importância desta temática bem como para melhor conhecerem o recurso educativo desenvolvido (jogo de tabuleiro interativo). Após as ações de capacitação, cada professor deverá realizar sessões informativas com os seus alunos, aplicando o jogo de tabuleiro interativo, de forma a melhor captar a atenção dos alunos.

A DECO quer também envolver os futuros professores, organizando um ciclo de conferências com o tema principal da PI junto de escolas superiores de educação, sensibilizando para a importância da temática e apresentando o recurso educativo que poderá ser utilizado pelos mesmos quando iniciarem a sua atividade profissional.

O projeto terá uma área online, dentro do site da DECOJovem (www.decojovem.pt), de forma a disponibilizar conteúdos sobre a temática, bem como o jogo de tabuleiro interativo. Esta área tem acesso livre.

Objetivos gerais do projeto:

- Aumentar o conhecimento das crianças e jovens sobre o valor da propriedade intelectual;

- Sensibilizar as crianças e jovens para a importância da proteção da propriedade intelectual;

- Mobilizar crianças e jovens para a mudança de comportamentos e reduzir o seu interesse pela contrafação e pirataria;

- Empoderar os professores com ferramentas de sensibilização sobre Propriedade Intelectual;

- Envolver e motivar futuros professores para a importância da Propriedade Intelectual;

Objetivos específicos do projeto:

-Disseminar informação sobre Propriedade Intelectual através de ferramentas apelativas para crianças;

-Produzir e disseminar o recurso educativo sobre Propriedade Intelectual;

-Promover ações de capacitação para professores;

-Envolver jovens estudantes através do recurso educativo desenvolvido;

-Promover conferências para futuros professores;

-Envolver stakeholders importantes para promover a disseminação deste projeto.

 

Mais informações em https://decojovem.pt/educacao-do-consumidor/projeto-brain-ideas/.

FreeCodeCamp Algarve

O Free Code Camp é um dos "kits" presentes no INCoDe.2030, Qualificação (Eixo 3)

O Free Code Camp Algarve é composto atualmente por 2 grupos de estudo. Um que se reúne todas as segundas-feiras no IKEA, Mar Shopping Algarve e um outro grupo de estudo que se reune todas as quintas-feiras na Startup Portimão.

O primeiro grupo foi criado pelo Eduardo Vedes (Engenheiro Civil) e João Henrique (Técnico Laboratório de Análises). Ambos começaram o grupo porque ficaram a conhecer o Free Code Camp e queriam mudar de área de trabalho para se tornarem programadores. O que veio a tornar-se uma realidade um ano e pouco depois de terem começado o Free Code Camp. Atualmente o Eduardo é Frontend Lead na Piksel Inc e o João é Developer na Turbine Kreuzberg.

O segundo grupo de estudo foi criado pelo Tiago Fernandes e Jorge Batista, dois Engenheiros Informáticos e empreendedores na Startup Portimão, que estão a dinamizar o mesmo tipo de apoio de maneira a que qualquer pessoa na região de Portimão e arredores possa aprender a programar utilizando tecnologias atuais.

Ambos os grupos estão a funcionar e a aproximar pessoas de diferentes faixas etárias, com diferentes níveis de experiência profissional e até estrangeiros residentes e de passagem. Todas estas pessoas têm reunido e partilhado experiências, suportado o grupo a volta da aprendizagem da programação e desenvolvimento de software (e de certa forma também a nível pessoal).

Para além das pessoas que criaram os grupos, os mesmos são suportados pela comunidade de developers Geek Sessions e também alunos da UALG.

https://en.wikipedia.org/wiki/FreeCodeCamp

https://www.facebook.com/groups/free.code.camp.algarve/

Onde, Quando e Como eu Quiser - OQCQ

“Onde, Quando e Como Eu Quiser” (OQCQ) é um projeto em que personalidades e especialistas do panorama português partilham visões e experiências sobre internet e tecnologia e, acima de tudo, como o digital tem transformado as várias áreas da sociedade e hábitos de consumo.

É um projeto multiplataforma criado para fazer pensar na transformação digital da sociedade, a partir de diferentes pontos de vista. Nasceu há cerca de dois anos e reúne já entrevistas em vídeo com mais de uma centena de personalidades, que partilham testemunhos pessoais sobre a forma como a ascensão da internet e do digital mudou as suas vidas e do setor em que se movem.

João Pico é CEO da Comprimido, empresa de marketing e consultoria digital que acolhe o projeto e é o mentor da ideia. A série de entrevistas que tem conduzido nestes últimos dois anos são partilhadas no YouTube, no Linkedin, ou em grupos temáticos nas redes sociais e começam a dar também origem a magazines, centrados em temas mais específicos. Uma ferramenta de combate à iliteracia digital.

O fundamental é que a iniciativa se afirme como uma ferramenta de combate à iliteracia digital, que agrega um conjunto de opiniões e visões sobre o impacto da evolução digital em diferentes realidades e percursos de vida, mas também sobre o futuro, as suas ameaças e oportunidades. Tem reunido testemunhos de profissionais de várias áreas, com uma aposta forte em especialistas de diferentes domínios. As entrevistas estão divididas por temas, onde cabem o futuro do digital, da democracia, da educação, da TV, da internet e outros.

O projeto junta visões e perspetivas que podem contribuir para aumentar a literacia digital de quem decide ou influência, desmistificando o conceito de transformação digital.

Apps for Good

O Apps for Good é um programa educativo tecnológico que tem como objetivo criar uma nova geração que utilize a tecnologia para mudar o mundo, desafiando professores e alunos a desenvolver aplicações para smartphone e/ou tablet que os ajudem na missão de transformar (e melhorar) as comunidades onde se inserem. Tendo sido iniciado em 2004 no Reino Unido, desde 2015 está presente em Portugal, pela mão do CDI Portugal, em colaboração com o Apps for Good UK.

A iniciativa tem como objetivo desenvolver uma nova metodologia de ensino adaptada às necessidades de uma sociedade cada vez mais social e criar uma nova geração de “problem-solvers” e “digital makers” capacitados de competências digitais. Simultaneamente é feito um trabalho com os professores para a implementação da ação, de forma a que possam também eles participar ativamente na revolução dos métodos de ensino.

É proposto aos alunos que criem soluções digitais que minimizem os problemas ligados à sustentabilidade, tendo como motivação os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Para tal foi criado um modelo operacional que passa pela formação de docentes nos domínios da literacia digital para trabalharem localmente com os jovens, sendo apoiados por uma rede de experts em diferentes áreas, orientando os jovens no seu percurso e colocando a componente digital no contexto empresarial.

Será disponibilizado aos professores a possibilidade de optar por um dos quatro níveis técnicos diferenciados: building blocks, introdução à linguagem web (HTML/CSS), programação web (Javascript) e integração com APIs. Estes níveis vão permitir aos alunos e professores, com conhecimentos básicos ou intermédios, desenvolver um conhecimento digital técnico de nível avançado.

Adicionalmente, o projeto tem uma componente competitiva que ajuda a estimular a criatividade e a potenciar as capacidades de cada aluno (e equipa). No final do programa Apps for Good as equipas de alunos participantes no programa são convidadas a participar na competição Apps for Good, que tem duas fases: os encontros regionais e o evento final.

Associação para a Inserção por Centros Digitais de Informação

O Centro de Cidadania Digital (CCD) é o resultado de um novo conceito de smartcities onde os próprios cidadãos, de forma colaborativa, apropriam-se das ferramentas digitais e propõem soluções para a sua comunidade, tornando a cidade mais inteligente, mais humana e mais participativa. 

O CCD é um projeto que assegura o acesso de todos às tecnologias digitais. Em contexto escolar, todas as crianças e jovens criam projetos digitais que contribuam para uma escola mais inovadora e motivante para os alunos e professores. Relativamente aos jovens que não trabalham nem estudam, o CCD pretende dar competências digitais, aumentar a sua participação cívica, para que descubram vocações e definam um plano de vida. Quanto aos adultos, a ação do CCD aumenta as suas competências digitais e, por consequência, as suas competências para a empregabilidade, empreendedorismo, participação cívica e economia digital. Por fim a inclusão dos seniores nas atividades do CCD procura aumentar a sua participação cívica, capacitar para a economia digital e proporcionar um envelhecimento ativo, promovendo a participação de jovens para o desenvolvimento de atividades intergeracionais.

Já na sua 3ª Edição (2019/2020) e com um impacto direto em cerca de 1.800 pessoas, o CCD está preparado para receber todos os cidadãos, de forma gratuita, que queiram participar ativamente na resolução de desafios relacionados com o emprego, com a escola, com a inclusão social e digital, com a democracia participativa e com a dinamização do concelho.

A sua metodologia assenta na abordagem desenvolvida por Paulo Freire, onde a atuação deverá ser guiada por um problema, que deverá ser analisado, para que uma resposta eficaz possa ser desenvolvida. O processo não se fica por aí e a readaptação deverá ser constante, mediante a observação da intervenção. Utilizando sempre a tecnologia como meio e fim, o CCDV propõe aos membros da comunidade que observem o que os rodeia, definam os problemas e trabalhem sobre eles de forma a mitigá-los, constituindo assim uma importante forma de atuação para os diversos desafios que a vida lhes imporá.

DigCompTest.eu – Ferramenta de autoavaliação

O projeto consiste no desenvolvimento do site www.digcomptest.eu, com o objetivo de unir informações relativas às Competências Digitais, tanto para os cidadãos (DigComp 2.1), como para educadores/professores (DigCompEdu).

O utilizador terá à sua disposição informações acerca dos conceitos das Competências Digitais, em publicações especificas relacionadas com o tema, tendo ainda acesso a um formulário de autoavaliação com declarações de proficiência, emitindo ao final um relatório instantâneo e enviado por email.

O processo será realizado em duas etapas: na primeira será utilizado como background o framework DigCompEdu, direcionado a educadores / professores e na segunda etapa o DigComp 2.1 e QDRCD aos cidadãos em geral.

A colaboração deste projeto na promoção das competências digitais em Portugal, na primeira etapa, consiste no diagnóstico do grau de proficiência dos educadores / professores, identificando desta forma as lacunas existentes, contribuindo assim para o Eixo 2 – Educação e Eixo 3 - Qualificação.

Com a recolha dos dados será possível ao utilizador receber um diagnóstico individualizado com a aferição do nível proficiência e identificando lacunas existentes com respetivo nível de proficiência.

Os resultados encontrados na análise de dados serão partilhados com a INCoDe.2030, incluindo a segmentação completa por gênero, faixa etária, habilitação literária, ocupação, nacionalidade, ciclo em que leciona, atuação no sistema público ou privado e tempo de carreira, subsidiando desta forma a identificação de medidas necessárias, principalmente no tocante a ações de formação voltadas a professor e educadores bem como nas instituições de formação inicial.

A identificação destas lacunas e o nível de proficiência em competência digital é extremamente importante para Portugal, na medida que tal conhecimento contribua para ações de formações mais assertivas neste domínio, fato extremamente relevante com a atual meta de expansão do ES a distância, de acordo o decreto-lei n.º 133/2019 Portugal assume a ambição de formar pelo menos 50 mil adultos até 2030 nesta modalidade.

Epris 3.0

 

A Estratégia Europa 2020 reforça o papel da formação profissional no seu quadro estratégico, identificando objetivos específicos para 2020 como o tornar a aprendizagem ao longo da vida uma realidade, melhorar a qualidade da formação e promover a igualdade, a coesão social e a cidadania ativa. São considerados domínios prioritários as qualificações dos adultos, o investimento na formação, as TIC na educação e o ensino/formação profissional. O Decreto-Lei nº 14/2017, de 26 de janeiro, indica como prioridade de âmbito nacional a revitalização da educação/formação de adultos, pilar do sistema de qualificações, traduzido pelo Programa Qualifica. Refere ainda que as modalidades de formação (incluindo as formações modulares certificadas inseridas no CNQ (Catálogo Nacional de Qualificações), no quadro da formação contínua) se aplicam, com as devidas adaptações, a grupos com particulares dificuldades de inserção e no respeito pela igualdade de género, como é o caso da população a que se dirige esta ação: mulheres em regime de cumprimento de pena.

Esta ação pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito do projeto EPRIS, aprovado em 2014 pelo Ministério da Justiça, e implementado no Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo (Feminino), o qual se foca na inclusão digital como contributo para uma melhor reinserção social da população reclusa, através da formação profissional.

A ação pretende promover formação profissional via e-learning em contexto prisional, valorizando a inclusão digital como contributo para uma melhor reinserção social da população reclusa, criando um modelo de intervenção integrado e estruturado suscetível de disseminação. Partindo das potencialidades do e-learning, esta ação vai ao encontro das políticas centradas na atenuação de fatores de risco de exclusão social e laboral após o cumprimento da pena.

 

siosLIFE – Sistema Interativo de Inclusão Social

A siosLIFE pretende ser o movimento social de referência na inclusão social dos idosos. São utilizadas diferentes plataformas interativas para chegar aos vários grupos (idoso, família e instituição), bem como soluções tecnológicas inovadoras e otimizadas para o contexto envolvente do idoso: frequência ou internamento em instituição de apoio social (ERPI, Centro de Dia, etc.), apoio institucional no domicílio (SAD), e mesmo, com a solução mais recente da siosLIFE, aqueles que não beneficiam de qualquer apoio institucional.

Com a devida adaptação da tecnologia e recurso a interfaces naturais (movimentos, gestos, toque e voz), simplificação da comunicação do software para com o utilizador e adaptação ergonómica do hardware, o resultado foi o desenvolvimento de um sistema utilizável por qualquer um.

Com um leque de conteúdos abrangente e personalizado às necessidades, capacidades e gostos de cada utilizador, até os que nunca tiveram contacto com as novas tecnologias podem de forma fácil, motivante e intuitiva, usufruir de uma realidade até agora inacessível: comunicação simplificada com a família e amigos (partilha de fotos e vídeos, mensagens, videochamada); estimulação cognitiva (memória, literacia, numeracia, raciocínio complexo, entre outras); estimulação física (coordenação, equilíbrio, zonas específicas do corpo); conteúdo multimédia (música, vídeo, notícias, desenho e pintura) e conteúdo religioso.

Partindo de um paradigma de melhoria contínua, o desenvolvimento é feito por um grupo multidisciplinar de profissionais que reconhecem os problemas, necessidades, desafios e motivações dos idosos. Neste processo, o feedback dos técnicos sociais é fulcral, tendo uma voz ativa na evolução do projeto - garantia de um crescimento sustentável e ajustado ao panorama real.

A solução gera benefícios diretos para a totalidade dos segmentos-alvo (idoso, família, instituição e comunidade envolvente) e dota-os de uma nova perspetiva. Deste modo, despoleta um processo de adoção de novos comportamentos voltados para a resolução do problema social e das necessidades inerentes.

Mais informações em: https://www.sioslife.com

Campus Educonline@Pris para a Inclusão Digital

A educação é um direito universal e desempenha um papel crucial no desenvolvimento humano, ajudando o indivíduo a construir a sua personalidade e o seu carácter. Mesmo em situação de reclusão, e tendo em consideração as Recomendações do Conselho da Europa referentes à Educação nas Prisões e as Regras das prisões europeias, os cidadãos possuem os mesmos direitos no acesso à educação.

Com base nestes pressupostos e no âmbito do protocolo assinado em abril de 2016 entre a Universidade Aberta (UAb) e a Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) está a ser desenvolvido um projeto-piloto inovador, o Campus Digital EDUCONLINE@PRIS (educonlinepris.uab.pt), que tem como principal objetivo promover a educação, a formação e a inclusão digital nos estabelecimentos prisionais em Portugal.

A funcionar já desde o início de novembro de 2018 nos estabelecimentos prisionais de Custóias-Porto, Paços de Ferreira, Vale do Sousa e Santa Cruz do Bispo-Porto (Feminino), o portal agregador do Campus foi criado, tendo por base duas plataformas Moodle, uma que dá acesso aos cursos conferentes de grau da Universidade Aberta, e outra, -ON@PRIS- que dá acesso a ações e cursos criados especificamente para a população reclusa, a nível da capacitação para as competências digitais.

Desde novembro de 2019 foram ser desenvolvidas ações de capacitação nas áreas: 1) Cidadania Ativa e Participação; 2) Literacia Financeira e Empreendedorismo; 3) Literacia para a Saúde; 4) Competências para a comunicação e a relação humana; e 5) Competência e Cidadania Digital. Estas ações de capacitação, num total de 700 horas, terão a duração de 50 horas cada, na modalidade de blended learning (16 horas presenciais e 34 em ambiente virtual de aprendizagem), com o apoio da plataforma digital ON@PRIS, que integra o Campus Digital EDUCONLINE@PRIS.

Mais informação em: https://portal.uab.pt/o-campus-digital-educonlinepris/

Quidgest_Academy

A Quidgest_Academy é um programa que visa o desenvolvimento de competências digitais, nomeadamente no desenvolvimento de software para a população em geral, sem a necessidade de aprender linguagens de programação.

Para isso a Quidgest_Academy utiliza a ferramenta de No-code "Genio", um gerador de código baseado em Inteligência Artificial (IA) que utiliza as definições e requisitos inseridos pelo utilizador para criar sistemas de software completos: https://genio.quidgest.com/

A Academy tem estabelecido um programa de formação desenhado para criar as competências necessárias ao desenho, implementação e operação de um sistema de informação moderno, escalável e flexível.

A formação privilegia o desenvolvimento de software baseado em modelos, permitindo que um âmbito de peritos, para além daqueles especializados em informática, possa participar de forma autónoma na produção de um sistema de informação completo.

O programa de formação começa com os conceitos e componentes básicos de um sistema de informação e vai sucessivamente especializando as competências de perfis de ação distintos, desde a modelação, extensão, gestão de equipa até à implementação de novos modelos, em 3 níveis de formação: Genio Beginner - L1, Genio Advanced - L2 e Genio Architect - L3

Poderá ver mais informações em: https://quidgest.com/quidgest_academy/

Programa BrightStart

Programa piloto de educação desenvolvido em parceria com a Deloitte Portugal e o Instituto Politécnico de Setúbal. Procura contribuir para a educação e empregabilidade dos jovens e complementar o currículo académico com uma componente muito prática de trabalho, em ambiente real, integrando equipas de projeto. Destina-se a finalistas do ensino secundário, a quem será atribuído um estágio de longa duração, que garante os recursos para a conclusão do programa. No final da formação terão adquirido competências digitais e tecnológicas que os colocarão em vantagem na integração do mercado de trabalho.

O programa está baseado numa lógica de aprendizagem baseada no trabalho, Work Based Learning, termo usado para descrever uma classe de programas universitários que reúnem universidades e organizações para criar novas oportunidades de aprendizado nos locais de trabalho. Tem como base uma liderança forte do programa, ligações exclusivas entre o programa e seu ambiente (nicho de mercado), uma comunicação frequente e eficaz com o parceiro Deloitte, tendo colaboradores Deloitte envolvidos desde a elaboração da estrutura do programa e criação de conteúdos, bem como na lecionação de alguns conteúdos mais técnicos e específicos que o mercado assim o exige, como Guidewire, TIA, ServiceNow, OutSystems e SAP, entre outros.

A metodologia de ensino/aprendizagem focou-se em criar condições para que os três fatores fundamentais de sucesso em termos de aprendizagem (praticar, discutir, ensinar) constituíssem elementos importantes do processo. A aprendizagem será significativa se o estudante for o principal ator da sua aprendizagem e o professor um impulsionador do estudante. Trabalhos em grupo e em sala de aula, diversos momentos de avaliação, mistura de elementos de avaliação sumativa e formativa e plataforma Moodle, foram utilizados no processo de ensino/aprendizagem, no sentido de garantir que se cumpriam os objetivos propostos. Os resultados alcançados demonstraram a adequação da metodologia empregue.

Mais informações em: https://www.estsetubal.ips.pt/cursos/ctesp/ti

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